Porque o Sempre não é pra Sempre


 

Clareio meus olhos para o céu
tragando todo o sabor doce do ar
trago em si a beleza de viver
a vontade de ser uma heterna beleza

e sobre a imagem apagada de uma tevê
enchergo o mundo lá fora
o reflexo é claro e nítido
tão claro quanto a escuridão de ter os olhos fechados
tão nítido quanto as entranhas das linhas de uma impressão digital
Tão limpido e sorrateiro
fresco e grosseiro

Apaguei minhas lembranças tentando lembrar do futuro
Acabei com minhas dores pensando em profundos poemas
Senti o calor da vida em meu colo
Vi entre as arvores, um galho seco
cheio de água de chuva

Plantar hoje pra colher amanhã
colher com colher grande e funda
ter os pés descalsos para calsar o couro natural
sentir a terra bater entre os dedos
Já que a terra gira tão rapida quanto nossos pensamentos

É beber do momento de tirar uma foto
é cuspir da tinta fresca do suor de seu olhar
eh refletir da semente que na terra irás jogar
é tirar uma foto de cima da mesma mesa em que fora tirada
é recolher os olhares do profundo pensamento monótono da mesmice de se viver
poder ser confundir, e compreender
transgredir e regrecer
Inventar e aprimorar
Paranóia de uma paródia
na ironia de uma vida
No praser da liberdade concebida



Escrito por Rick Summers às 01h56
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Me levanto de onde estou...
e em passos curtos, doloridos, carentes...
me carrego sobre um manto, flor...
sentido todo aquele friu sobre os pés...
todo friu que meu duro coração foi capaz de se amolecer...
traçando uma rota interminável, inexplicavel...
incontida, indeterminada, incompreensiva...
me curvo ao som da noite...
ao sereno que inspiro ao meu corpo quente...
que se aconchega ao meu coração gelado, amargo...
Inspiro a humidade mortal...
o movimento é lento, as horas são rápidas...
o tráfego é pouco, minha desilusão é fato...
Aos poucos vou perdento tudo o que criei...
Em poucos momentos, estarei novemente levantando novas paredes...
e meu bafo quente sobre a janela solto...
o suor é imcapaz de me mostrar o que há contido no outro lado...
"Ando tão a flor da pele
que teu olhar for na janela me faz morrer"
Um lado escuro, friu...
onde a claridade se contra-põe...
onde a luz é distorcida...
Certamente não queria estar lá...
Mesmo sozinho na escuridão...
não me sinto mais como me sentia antigamente...
Meu fogo que ardia sempre tão vibrante e forte...
Não brilha mais tão intensamente...
Tento acordar de um pesadelo...
Pesadelo? para que,
se ultimamente a vida tem sido muito pior do que qualquer sonho ruim....
Aos poucos gente grande me sinto...
A responsabilidade poe as mãos em minhas costas...
toca meu corpo... me chama para o mundo canibal...
Tento dribla-la... mas é impossível...
Tento distrai-la, mas não concigo...
Meu coração em chamas perde toda a razão...
Ao oposto do que era antes...
as respostas vem me buscar...
Eu dizia..
"mamãe, eu quero ser mais velho"
Dizia na inocencia de uma criança...
que não pensa antes de falar...
que corre, grita, pula...
que sua única responsabilidade é ser feliz...
Quero correr, cantar...
tomar banho de chuva, poder gritar...
mas o mundo cada vez mais me joga para dentro de paletós e gravatas...
para quatro pardes, ar-condicionado em escritórios pálidos...
"Eu vou para o mundo da lua,
que é feito um motel,
a onde os Deuses e Deusas,
se abraçam e bejam no céu"
E de agora em diante sou dono de meus atos...
Sou responsavel por meu próprio nariz...
tenho meus deveres e favores...
tenho uma vida inteira pra seguir...
Uma familia pra constituir...
e tenho que viver nesse planeta doente...
e ter que axar a cura da cabeça e do coração da gente...
Aliais, tão dolirida quanto a vida
é meu coração que chora amargamente nessa encruzilhada...
Verão, inverno...
Férias, trabalho...
olho pro alto, e tento axar uma solução...
levo minhas mãos ao céu, mas minhas presses são em vão...
minha vóz ecoa e perde o sentido...
novamente estou sozinho...
A vida não é facil...
realmente...
mas se foce, qual seria a graça?



Escrito por Rick Summers às 03h06
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Barco sem porto sem rumo sem vela

e derrepente uma encruzilhada outra vez vem à sua vida...
Você olha, não sabe o que fazer..
Olha pra cima, tenta axar uma resposta...
mas até Deus jah te deixou na mão...
Você está sozinho, em meio a milhões de questões...

Uma única palavra para decidir um futuro...
mas o que dizer? o que fazer?
se uma resposta de leva a começar a caminhar o mesmo caminho...
ou simplesmente não ser aceita...
ter uma outra concepção... talvez perder a razão
Se a sinceridade te comove... lá vai ela...
mas talvez não seja a sinceridade que faça o futuro que eu queria...

e novamente olho para a encruzilhada...
5 segundos que parece que a sua vida inteira passa a sua frente
10 segundo pra dizer tudo o que pensa...
tudo que se quer viver...
ter a felicidade certa, decidida, ou se arriscar novamente?
buscar outra vez a felicidade em outro caminho...

Sinceramente, não sei mais o que pensar..
nao sei mais o que dizer...
Se a sinceridade não faz o que eu quero para minha vida
será que devo mentir? não sei como reagir...
nao sei o que fazer... estou perdido...sintido...

Dois corações...
Num dia de xuva... numa noite clara, num dia calmo...
friu, tranquilo... remoto
músicas calmas... tudo para ser perfeito...
mas o que é isso?! perfeição?!
Ninguem sabe o verdadeiro significado disso...
tudo te faz pensar de uma forma diferente...

BUM ~~ a sinceridade outra vez foi lançada...
Será que fiz a coisa errada?



Escrito por Rick Summers às 23h53
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Lembraças

Como as coisas podem nos traser tantas lembranças...
a cada coisa que olho em meu redor..
é um retrato de algo que já vi..
algo que marcou um tempo melhor ou pior...

Olho a claridade rasgando o vidro de minha janela...
quase é possivel sentir o cheiro de mar...
o cheiro da praia, que junto com a brisa deixo entrar...
Passaros cantando, voando a luz do dia...
O som das ondas quebrando me lembrando de tudo que havia...
doce voz do mar...
praia, sabios concelhos venho a lembrar...
Junto com eles, um mar de rosas venho carregar...
alguem que não está aqui, mas que sempre espero um dia encontrar...
Alguem que com sua avançada idade sabia exatamente sempre o que dizer..
o que pensar...
E mesmo assim, até hoje nunca soube me explicar
o porque, hj, aqui do meu lado, você não possa estar...

Acordo, e olho pro meu violão...
E um grande amigo carrego sobre minhas mãos...
mesmo com notas desafinadas,
sempre serão os trastes que me trasem grandes risadas...
Um amigo que foi quase um irmão...
Que hoje se encontra como meu violão...
distante... mas que deves enquanto pego-o
para lembrar quantas coisas boas posso ter sobre a palma de minha mão...

Olho os retratos a cima de mim...
Amigos, amigas, amores e intrigas...
Pessoas, amigos, almas, sempre me rondarão...
eles, sempre vem e vão...
Mas em minha mente, por mais que eu tente...
sempre ficarão...

E as viagens, seja elas a campos, praias..
seja elas marcadas, ou simplesmente uma loucura atirada...
Com uma mão em meu coração e a outra...
no fogo pelo meu amigo ficará...
o cheiro do orvalho da manha...
o sol que não esquenta, o friu que por mais congelante que seja...
é um agrado que a natureza representa...
lembraças que não tem me deixado durmir...
Amigos que não posso deixar que o tempo deixe-os fugir...

Chamo-o a doce voz da escuridão...
o quente lar que me encontro...
um lugar em que minha mente se expande...
o único lugar que me conhece, que me procura..
que me xama, que me responde...
As palavras aqui estão...
basta apenas eu me esforçar para telas em mãos...
sobre este, nunca abandonarei...
e meu quarto sobre mim, sempre carregarei...

Livros, folhas rabiscadas, o relógio sempre me avisando do amanhecer..
Piscando sua estridente luz vermelha para o fogo do amanhã...
sua carga carrega uma pesada responsabilidade que tento driblar...
mas sempre, olho pra trás e lá vem ele me apressar...
Dias e noites correm mais rápido do que a luz...
e mal me vejo aqui, e já estou em outro lugar...
e outro dia já volta a começar...

E é só meu computador ligar ...
que já escuto minha vida falar...
músicas espero que nunca vão se calar...
se elas não puderem soar...
minha vida, como um estalo, irá se acabar....

Milhões de coisas em meus pensamentos...
tantas que não concigo organiza-las...
de maneira que me perco, não me vejo...
E um dom comprado tento aprimorar...
Mas é apenas um mestre que concegue realmente decifrar...
Pois o moinho ainda não veio a parar...
e seus olhos, não vieram à fexar...
Pois a prosa branca apenas em alguns pontos podem nos influenciar...
Mas os verdadeiros textos...
é que nos ensinam a viver...
nos ensinam a sonhar.

"vida que te quero viva...
mas morro e me preucupo como louco...
engolindo a seco a saliva...
esquecendo de tudo e mais um pouco..."
(Abagge)

E a melodia, vem nos tranquilisar...
para a mensagem verdadeira, podermos passar...
E uma simples frase criada,
mesmo que sem a inteção de ser glamurosa...
pode ser de tal maneira algo tão importante quanto a completa prosa...

"sem entender, siga em frente, agora, sem olhar para trás,
e quem sabe não tanto para frente a não ser um passo ou dois,
vida louca viva..."
(Brooks)

E sempre terei em minhas lembraças...
todos os sonhos que imaginamos...
todas as imagens que sonhamos

"Sinto muito amigo meu...
Mas eu vou partir...
E caso seja de interesse seu..
Sempre tentei sorrir..

Tentei sorrir quando juntos cantamos...
Aquele velho refrao...
Com as lagrimas sinceras calamos..
Até o mais mortal canhão..."



Escrito por Rick Summers às 04h48
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Escolhas - com rimas ou sem? vida de incógnitas

Quem sabe, viver de passado seja a solução
para ter uma vida feliz, sem perder os pés do chão
Olho para o passado com um sorrizo nos lábios...
vejo o presente, tão triste e forte, derrepente.

A proximidade me acanha, me revolta, me transforma...
talvez a intimidade não seja a melhor forma de amisade...
quem sabe, tratar abertamente pode ser viver numa eterna falsidade.
Chamo meus anjos negros da solidão, para dar um tempo,
um basta nesse turbilhão.

Tentar ser o melhor...
Melhor pra mim, melhor para todos...
Não adianta, um defeito sempre acharão...
Mesmo que seja de bom coração...
Mesmo que o sentimento mal, não tenha relação

Rolo na grama fofa da vida...
tentandome levantar qualquer tipo de sentimento...
que não faça mais me sentir como este...
que só brinca comigo... que só me põe em risco

Mas não sou desse mundo...
Não posso prever o que vai acontecer...
Mudar minha opnião ou fazer com que me intendam...
Pensar no que vão pensar, ou chutar o balde...

Pensar mais em mim, ou colocar os outros em primeiro lugar?
Tantas perguntas que me faço
tanto tipo de amisade em que me pego...


Vivendo lentamente, aos poucos, derrepente

 



Escrito por Rick Summers às 20h36
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A Terra tá soterrada de violência / de guerra, de sofrimento, de desespero / 
a gente tá vendo tudo, tá vendo a gente / tá vendo, no nosso espelho, na 
nossa frente / tá vendo, na nossa frente, aberração / tá vendo, tá sendo 
visto, querendo ou não / tá vendo, no fim do túnel, escuridão / tá vendo no 
fim do túnel escuridão / tá vendo a nossa morte anunciada / tá vendo a 
nossa vida valendo nada / tô vendo, chovendo sangue no meu jardim / tá 
lindo o sol caindo, que nem granada / tá vindo um carro-bomba na 
contramão / tá vindo um carro-bomba na contramão / tá vindo um carro
bomba na contramão / tá rindo o suicida na direção 


A bomba tá explodindo na nossa mão / o medo tá estampado na nossa 
cara / o erro tá confirmado, tá tudo errado / o jogo dos sete erros, que 
nunca pára / 7, 8, 9, 10? cem / erros meus, erros seus e de Deus também /
estupidez, um erro simplório / a bola da vez, enterro, velório / perda total, 
por todos os lados / do banco do ônibus ao carro importado / teu filho 
morreu? meu filho também / morreu assaltando, morreu assaltado / 
tristeza, saudade, por todos os lados / tortura covarde, humilha e destrói / 
eu vejo um Bin Laden em cada favela / herói da miséria, vilão exemplar / 
tortura covarde, por todos os lados / tristeza, saudade, humilha e destrói / 
as balas invadem a minha janela / eu tava dormindo, tentando sonhar 


Sou um grão de areia no olho do furacão / em meio a milhões de grãos / 
cada um na sua busca, cada bússola num coração / cada um lê de uma 
forma o mesmo ponto de interrogação / nem sempre se pode ter fé quando 
o chão desaparece embaixo do seu pé / acreditando na chance de ser feliz /
eterna cicatriz / eterno aprendiz das escolhas que fiz / sem amor, eu nada 
seria / ainda que eu falasse a língua de todas as etnias / de todas as 
falanges, e facções / ainda que eu gritasse o grito de todas as Legiões / 
palavras repetidas / mas quais são as palavras que eu mais quero repetir na
vida? / Felicidade, Paz, é? / Felicidade, Paz, Sorte / nem sempre se pode ter
Fé, mas nem sempre / a fraqueza que se sente quer dizer que a gente não 
é forte.



Escrito por Rick Summers às 15h37
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Roubo um minuto de sua atenção...
para dizer o que em tão pouco tempo pode haver...
Tão pouco tempo para chorar por sua solidão
Tão pouco tempo para nos mostar o que queremos ter...

De olhos fechados vejo as coisas andando...
Pois não é preciso ter luz para sentir seus pensamentos...
Mesmo na escuridão, tenho você sozinha, cantando...
do meu geito, desse seu geito que move meus dias serenos...

E como um anjo, pairando pela cidade...
Pelo gelado vento friu, motivos de meus calafrios...
Rolo na cama pensando em você, procurando minha dignidade...
Vejo em seus olhos o reflexo de minha alma, azul anil...

Pelas ondas do mar vou te achar...
Pelas verdes arvores do jardim da Babilônia você estará...
No topo do Everest vou te encontrar...
Mas é aqui, em minha frente, que irei te beijar...

Para que?
Para fazer o mundo parar...
Girar, rodar, chaqualhar...
parar.. tudo ao mesmo tempo...
tudo sem tempo, tudo tão rápido quanto o vento...
Tão quente quanto o fogo ardendo...
Brasa de seus lábios...
em sua boca se mechendo...
bater de seu coração, seus braços, me envolvendo...
Tudo, em um único pensamento...



Escrito por Rick Summers às 05h47
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Para dizer adeus..
Para olhar para cima...
Falar com Deus..
Sonhar auto, sonhar distante..
Sonho limpo, sonho fascinante...
De olhares relatos, olhos cativantes...

Fixado num ponto...
Parado, presente, chocante...
A lua acalmante...
Raios de sol radiantes...
Bate um forte coração...
No segredo, no silencio de uma paixão...

Mesmo a um passo da morte...
a um abismo que chama com palavras fortes..
Sinta, ouça, escute...
Sinta o que à ao seu redor...
Não! não se preocupe...

Dois caminhos...
Apenas um passo...
Um compromisso...
Você decide, eu me afasto..
Me faço, para te proteger da solidão...
Me brilho, para iluminar sua escuridão...
Me irrito, para voce abrir os olhos...
e ver que o mundo não é uma grande paixão...
nem, solidão.



Escrito por Rick Summers às 05h45
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Vazio, escuro...
Preto, nulo...
Um brilho, um calor...
Uma vida, por favor.

Notas caminham meu ouvido...
Fazem fazer vibrar meu tímpano...
Doce melodia, doce voz de menina...
Poesia falada, poesia escrita...
Me diga o que você sente...
Me diga, não minta...

Sinta essa forte vibração...
Sinta, veja todo o futuro que você tem nas mãos...
Apenas com alguns acordes de um violão...
Seja para dizer adeus...
ou mesmo para "eu te amo"
Use esse dom que Deus te deu
Use para o bem, para o caminho que será seu.

Uma música muda uma nação...
Uma melodia move muralha e canhão...
Uma poesia faz nascer uma grande paixão...
Um violão é apenas um meio, um caminho em suas mãos.

Use todo o brilho de suas lágrimas para escrever...
Chame teus sorrisos para intender...
descrever uma senssação, uma emoção...
Coisas que poucos conceguem...
Coisas que poucos pensarão.

Preste atenção nos sinais...
preste atençao à sua volta...
A sua chance, sua revolta...
Ouça para compreender...
Compreenda para escrever...
Relacione esse seu poder..
Reveja aquilo que te faz querer...
aquilo que faz você crescer...
Seja uma pessoa ou um lugar...
Seja uma poesia que te faça se deslocar...
Voar, plainar, sentir, chorar, fazer você mudar.

Teus segredos é você quem faz...
Seus textos é tu quem escreve...
Tua vida é tua, e você quem escolhe...
As coisas erradas são necessárias...
AS boas não podem deixar passar como nada.

Pense, ouça, OUÇA.
Depois fale, grite, GRITE, corra.
sem juizo, sem pessinísmo, a toa.



Escrito por Rick Summers às 05h44
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Olhando a chuva cair lá fora...
Os olhos espelhando sobre o vidro molhado...
Pensando no que poderia ter dado errado...
Um dia movimentado, dia calmo...

Dia que lembro de você
Lembro de não te perder...
Sorriso me encanto, olhares de canto...
Chamam meu corpo para o paraiso...
Me pego sonhando, sonhando por um paraiso escondido...
Lamentando por não ter cido percebido...
Lamento meu Deus por não ter tido um abrigo...

Movimentos Retinínios, naquela manhã que nunca vou me esquecer...
Movimentos uniformes, naquele dia que na minha memória vai permanecer...
O sal na minha boca permanece inquietando meus olhos...
O Suor do do teu corpo que me toca como se foce de propósito...
Um chamego almeijo, um sonho sólido, sem nenhum propósito.

E mesmo rolando pela cama a noite inteira...
Mesmo que o relógio não quisesse parar por nossa calsa...
Mesmo que o Sol hoje não viesse a brilhar para a noite algumas horas a mias ficar...
Me preocupo por você talvez não querer estar...

Sinta a energia fluir...
sinta o céu se abrir...
Sinta a noite sorrir...
A cidade acordar...
e a gente...

Mesmo que esse seja o único geito...
de fazer o dia nascer feliz.



Escrito por Rick Summers às 05h41
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Eu já não sei mais o que dizer...
Pois minhas palavras não tem mais o que falar...
Tudo que me resta agora é conviver...
com tudo aquilo que eu já cansei de reclamar...

Poderei um dia gritar outra vez...
Repetir todos aqueles discursos sem fim...
Tentar abrir a mente das pessoas com uma certa rapidez...
Esperar que uma lágrima caia em busca de mim...

As vozes que não falam nada continuam ecoando pela sala...
São estas que nos dizem tudo...
que não nos faz querer desistir do mundo...
De uma forma meio que sem intender...
repetem em som nossos sentimenos que nos fazem sofrer...

E é na mesma sala escura..
que as idéias mais profundas chegam a mente...
Idéias inoportunas nos seguem, nos faz seguir em frente...

Como se adiantase, fecho os olhos para essa escuridão...
Atenuo os tons dos meus ouvidos para que minha guitarra não fale em vão...
preparo meus dedos para que batam mais rápidos que as asas de um beija-flor
E apartir daí que meus olhos enchergam toda a vida de um mundo sem cor...
Acelero meu coração, já imaginando o que minha mente prepara para minha solidão



Escrito por Rick Summers às 05h38
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Ódio, suor, lágrimas...
Escorrem sobre o sangue negro repletos de mágoas...
Rancor, pudor, sátiras...
Vidas desmoronadas como a agua que é atirada à calsada
Pelas fossas abertas das ruas mais movimentadas...

Vigor, dor, lástima...
Idecisos, confusas mágoas...
Choro, carinho, amor...
Traidos pelo violamento da razão ao se impor...

Risadas, gargalhadas, olhares severos...
Tão piedosos quanto a própria vida dos servos...
Chamaris, Dinheiro, vaidade sem fim...
O mundo seguindo para um grande caminho ruim...
com olhares tentadores pelos que não vê a verdade diante de seu nariz...

Chamas, imprudente, vermelho ardente...
Danças instigantes representando a vida moderna...
Tudo por capital, apenas pela bela verde grana...
Que pelo vinho derrama, que pelo vermelho se encanta...
Pela tentação do corpo se rende, se faz de santa.

Paralizado, incansado, torturado...
Pelo que há ao meu redor, pelo que há ao meu lado...
Fecho os olhos para tentar não ver, esquecer...
Chorar, surprender. Verás que um dia irá amanhecer...

Calado sem rumo algum...
De olhos vechados vejo-os indo, um a um.
Para onde não sei, para de baixo do chão...
Para onde a luz não chega, não ilumina a podridão...

Como cachorros presos numa gaiola...
Todos tentam sair, de alguma forma...
Mas sua pena já foi escrita, de suas pedras já se fazem ruinas...
Seu pagamento esta sendo feito, de uma forma justa e sofrida....
Para que um dia todos aprendam, que com a vida não se brinca...

Relativamente desanimado...
De olhos cansados, dilatados...
Sangrando o suor do brasileiro hoje condenado....
Para que esse governo nos olhe no mínimo como animais...
Pois estes não pagam tanto quanto nós, implorando por paz.

Lutando pela igualdade, lutando pela justiça, lealdade....
Deito sobre a rua de uma movimentada cidade...
Para pensar no que posso escrever para descrever toda essa ridicularidade...
toda essa babaquice que chamam de realidade.



Escrito por Rick Summers às 16h13
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Eu já não sei mais o que dizer...
Pois minhas palavras não tem mais o que falar...
Tudo que me resta agora é conviver...
com tudo aquilo que eu já cansei de reclamar...

Poderei um dia gritar outra vez...
Repetir todos aqueles discursos sem fim...
Tentar abrir a mente das pessoas com uma certa rapidez...
Esperar que uma lágrima caia em busca de mim...

As vozes que não falam nada continuam ecoando pela sala...
São estas que nos dizem tudo...
que não nos faz querer desistir do mundo...
De uma forma meio que sem intender...
repetem em som nossos sentimenos que nos fazem sofrer...

E é na mesma sala escura..
que as idéias mais profundas chegam a mente...
Idéias inoportunas nos seguem,
nos faz seguir em frente...

Como se adiantase, fecho os olhos para essa escuridão...
Atenuo os tons dos meus ouvidos para que minha guitarra não fale em vão...
preparo meus dedos para que batam mais rápidos que as asas de um beija-flor
E apartir daí que meus olhos enchergam toda a vida de um mundo sem cor...
Acelero meu coração, já imaginando o que minha mente prepara para minha solidão



Escrito por Rick Summers às 16h12
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indeciso, trafego meu confuso caminho,
Sem riscos, chego ateh um ponto de equilibrio...
Mas sei que daqui não passa...
Daqui não há nada que faça...
Nada que Haja...

Dois corações uma felicidade...
Tres, uma eterna questão sem maldade...
A reposta e pouca, caminho é curto muitas vezes sem nada...
Mesmo sendo meio frocha, a linha da vida já foi talhada...
O termpo é curto, e minha voz já não fala mais nada...

Arriscar na sorte certa ou na comprada?
Seguir a mesma meta ou parar numa entrada?
Tantas perguntas a serem questionadas...
E minha vida vai passando sem a resposta de tantas charadas...

Posso não ser o único nessa estrada...
Mas a saida não está congestionada...
e eu não tenho preça para acabar essa jornada...
Mesmo fazeno a escolha certa...
Escolha errada...

Faz parte da vida...
Faz parte, sorria



Escrito por Rick Summers às 04h45
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Ando sobre as rasas lágrimas de seu olhos...
E no meio de tanto brilho tento encontra um motivo...
Um único motivo para que as solitárias lágrimas escorregassem e...
como que num pulo, saltassem de seu liso rosto sentido...

Passeio sobre seu corpo tão belo e cheiroso...
Percorro tal caminho que me abandono...
me perco numa mistura de real e sonho...
Trafego todas as linhas de seu corpo...
Sinto uma sensação familiar...
Um sorriso vulgar, uma atração irregular...

Mergulho em seus pensamentos...
Tento buscar todos os seus maiores segredos...
Fico na dúvida, navego em seus desejos...
Olho e não acredito, apenas um amor decidido...

Discreto, permaneço quieto...
De um geito meio misterioso, ter perco, mas nuca te abandono...
O brilho de seu sorriso reflete sobre meus olhos...
Seu cheiro me percegue como uma mistura de amor e ódio...
Não te perco porque não quero...
Não te perco poruqe voce esta em meus olhos...

 



Escrito por Rick Summers às 22h55
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BRASIL, Sul, CURITIBA, BATEL, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Bebidas e vinhos, Gastronomia, SURF!!
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